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segunda-feira, abril 25, 2022

Será o plágio um “cancro incurável” ?


Volta e meia, no mundo do Ilusionismo, aparece a denúncia de um plágio. Como é uma matéria que merece a minha particular atenção e o meu repúdio, não posso deixar de fazer eco da denúncia de plágio feita por TONY KLAUF neste recente post da sua página de Facebook.

E como o plágio se reproduz (por vezes sob a capa da partilha credível de um conteúdo com referência a uma fonte que plagiou) seguidamente reproduzo, com autorização do autor, o conteúdo do post colocado no Facebook, por TONY KLAUF, em 24 de Junho de 2014.



Em memória de Joaquim Gonçalves de Oliveira. Nasceu a 24 de junho de 1854 em Abadim, Cabeceiras de Bastos e faleceu a 1 de fevereiro de 1928 na cidade do Porto.

Consta, que J. G. d’Oliveira, teve a sua estreia oficial, como Ilusionista, no Teatro da Figueira da Foz, quando tinha dezasseis anos de idade. Ao longo da sua exemplar carreira artística, exibiu-se nos principais Teatros de Portugal Continental, Territórios de Expressão Lusófona e no Estrangeiro. Durante algum tempo, nas suas atuações, contou com a colaboração de Maria Antonieta. Trabalhou em espaços ao ar livre, em várias localidades, uma delas, pode ser constatada pela licença obtida através do Governo Civil do Distrito do Porto, para dar espetáculos de Prestidigitação nas ruas e praças da Cidade Invicta.

Escreveu vários livros sobre esta nobre arte, seis títulos são conhecidos, alguns com várias edições, sendo que o Manual do Prestidigitador, conseguiu ter uma edição, durante o conturbado período da Primeira Guerra Mundial 1914 - 1918.

Durante bastante tempo, lecionou um Curso de Ilusionismo, por si elaborado, tendo este, sido frequentado entre outras individualidades pelo saudoso confrade Eduardo Relvas ‘Savler’.

Oficialmente é considerado o primeiro fabricante nacional de material de ilusionismo. Na sua loja, vendia também utensílios para esta arte importados de outros Países, para além destas intrigantes ilusões, incluía outros objetos curiosos da sua época, como está referenciado em pelo menos dois dos seus catálogos.

Com António Pinheiro, Pedro de Freitas, Rafael Marques e outras Personalidades, fundou uma Associação de Ilusionistas, com a designação de Núcleo Mefistofélico Lusitano.

O mérito, pelo seu empenho e dotes artísticos, foi distinguido com várias medalhas de ouro e prata, além destas, também foi presenteado com uma cigarreira de prata, executada por um mestre italiano. Esta distinção, foi atribuída por Dom Afonso de Bragança, Duque do Porto, filho do Rei Dom Luís I.

quinta-feira, março 30, 2017

Casa da Magia - Um projecto de Gaia

 

A ideia de tal projecto pode ver-se aqui.


terça-feira, março 21, 2017

Coleccionador gostava de expor espólio

 

Reportagem realizada pela SIC com TONY KLAUF pode ser vista aqui.


segunda-feira, janeiro 23, 2017

Um tesouro para partilhar


"Tony Klauf fez do ilusionismo uma vida, e agora tem um tesouro para partilhar" é o título da reportagem publicada no PÚBLICO que pode ser lida aqui.